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Hamas: não aceitaremos a presença de forças internacionais em Gaza

 Imprimir Arabesq | 10/01/2009 A | A
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O Hamas confirmou que pretende levar ao Egito sua posição da iniciativa egípcia que objetiva interromper a agressão israelense a Gaza. O movimento de resistência reforçou sua recusa sobre uma presença de tropas internacionais na região, respondendo ao presidente palestino Mahmud Abas.

Ahmad Nizal, um dos líderes do Hamas exilado na Síria garantiu que o movimento está disposto a lidar com a proposta do Egito, mas pretende realizar algumas observações.

Segundo Nizal, Hamas pede o fim das agressões israelenses, a abertura das fronteiras e o fim do bloqueio.

Abas tinha pedido neste sábado no Cairo ao movimento Hamas, cujos representantes estão também na capital egípcia, que aceite "sem hesitar" o plano do presidente Hosni Mubarak para o fim das hostilidades em Gaza.

"A situação não nos permite perder tempo", disse Abbas em entrevista à imprensa, no Cairo, referindo-se a uma guerra que entrou neste sábado em sua terceira semana, após deixar mais de 800 mortos palestinos, muitos deles civis.

"Esperamos que a delegação do Hamas que está no Cairo chegue a um acordo sem hesitar", acrescentou.

Com o apoio da França, Mubarak apresentou terça-feira um plano que prevê um "cessar-fogo imediato por um período limitado que permita a abertura de corredores humanitários e dê tempo ao Egito de negociar um acordo global e definitivo entre Israel e o Hamas".

Abbas pediu ainda o envio de uma força internacional ao território palestino, cuja missão seria proteger os civis, vítimas em grande número da ofensiva israelense.

"Queremos uma presença internacional na Faixa de Gaza e não na fronteira egípcia", afirmou.

Há 18 meses Israel mantém um bloqueio contra a Faixa de Gaza, limitando ou impedindo a passagem de pessoas, alimentos e combustíveis de e para o território palestino.
O fim do bloqueio fez parte do acordo de trégua de 6 meses entre o movimento e Israel, mas durante o período Israel manteve o cerco e assassinou 45 palestinos.

Vários países, como Holanda, Itália e Turquia, ofereceram participar numa força policial que vigie a fronteira com o Egito.

Nas reuniões no Cairo, coordenadas pelo chefe dos serviços secretos egípcios, Omar Suleiman, participam duas delegações do Hamas, uma próxima a Damasco e a outra próxima a Gaza.

Domingo, Israel pode enviar Amos Gilad, um alto dirigente do ministério da Defesa, para iniciar as negociações indiretas com o Hamas, intermediadas pelo Egito.

com agências

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