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Israel liberta 198 prisioneiros palestinos

 Imprimir Agências | 25/08/2008 A | A
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Israel começou a libertar hoje, 25 de agosto de 2008, 198 prisioneiros palestinos num gesto israelense de boa vontade para o presidente Mahmoud Abbas, coincidindo com a visita da Secretária de Estado americano, Condoleezza Rice, que chega à região para impulsionar as negociações de paz apoiadas pelos EUA.

O Primeiro-Ministro de Israel, Ehud Olmert propôs a libertação dos prisioneiros no início deste mês com a intenção de fortalecer Mahmoud Abbas, com quem tem se reunido regularmente desde o inicio das negociações de paz em novembro.

Autoridades dos presídios disseram no domingo, que os presos tinham passado por uma rotina de exames médicos, foram apresentados para representantes da Cruz Vermelha e devem ser libertados em Beituniya, perto de Ramallah, a capital política da Cisjordânia.

Em seguida os presos serão transportados para as instalações presidenciais de Abbas para uma comemoração oficial, segundo al-Ashraf Ajrami, o ministro palestino para os Assuntos dos prisioneiro.

Entre os palestinos libertados dois dos que serviram maiores penas em prisões israelenses, para os quais Israel fez uma rara exceção da sua política de não libertar aqueles implicados em ataques que causaram mortes entre seus cidadãos.

Said al-Attaba, 56, cumpria a pena de prisão perpétua desde 1977 por matar uma mulher israelense.
 
Mohammed Ibrahim Abu Ali, 51, conhecido por "Abu Ali Yatta", está preso desde 1979 por matar um reservista israelense.

Para Ajrami, a decisão de libertar os dois palestinos foi um "pequeno passo abrindo a porta para outros maiores" e um sinal de que Israel aliviará seus critérios para libertar alguns dos mais de 10.000 palestinos detidos em prisões israelenses.

Com relação às negociações da paz, os dois lados têm realizado poucos progressos tangíveis na resolução das questões centrais do conflito, incluindo a definição das fronteiras, a questão de Jerusalém, bem como o direito pelo retorno dos 4,5 milhões de refugiados palestinos registrados pela ONU.

O processo tem sido dificultado pela violência dentro e em torno da Faixa de Gaza, e a continua expansão de assentamentos israelenses nos territórios palestinos ocupados da Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental ilegalmente anexada por Israel.
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