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Embaixadora dos EUA acusada de financiar o terrorismo

 Imprimir Agências | 29/07/2008 A | A
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Nesta segunda-feira, Uma advogada libanesa apresentou uma ação judicial ao Gabinete do Procurador-Geral em Beirute, contra a embaixadora dos Estados Unidos no Líbano, Michelle Sison, sob as acusações de “cometer e financiar crimes de terrorismo, por comprometer a soberania do Estado Libanês, por interferir no direito internacional, por cometer o crime de sedição, degradação e por cometer crimes contra a Constituição libanesa”.

A advogada Mai Al-Khansa se baseou para sua ação, na declaração de Sison, quando testemunhou no Senado dos Estados Unidos, dizendo que o Hezbollah e “outros grupos armados ilegais” continuam a ameaçar a paz e a segurança do povo libanês e seus vizinhos, em violação das resoluções do Conselho de Segurança. Além da sua declaração, onde afirmou que “a rede de comunicações do Hezbollah, e a rede de monitorização no aeroporto levou à última crise, e essas redes continuam a ser motivo de preocupação dos Estados Unidos”.

A advogada Al-Khansa em sua ação contra Sison declarou que: ”Esta embaixadora não viu que o Governo Americano ajudou os criminosos no assassinato de nossos filhos e nossas mulheres..., não vamos esquecer o papel de Sison, que durante todo o período do seu trabalho no Líbano, se deslocou de um local para outro, intervindo em todos os pequenos e grandes detalhes, contrariando a Convenção de Viena de representação diplomática“.
 
É de se salientar que na história profissional de Al-Khansa, passaram-se muitos casos semelhantes, uma vez que ela apresentou anteriormente a mesma ação contra vários lideres israelenses, entre eles Ariel Sharon, Shimon Peres, Benjamin Netanyahu e Ehud Barak com a acusação de crimes de “ocupação de Terra e conspiração”.

Al-Khansa também apresentou em 2003, ao Tribunal Penal Internacional em Haia, relatório reivindicando o direito de processar o presidente George W. Bush e o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, pela guerra no Iraque.

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