Forças da ocupação israelenses prendem palestinos em Jerusalém

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As forças de ocupação israelenses prenderam o vice-presidente do Movimento Islâmico, Kamal Sheikh Khatib, e um grupo de jovens palestinos que sofreram, anteriormente, severas agressões.

As forças de ocupação israelenses prenderam o vice-presidente do Movimento Islâmico, Kamal Sheikh Khatib, e um grupo de jovens palestinos que sofreram, anteriormente, severas agressões.

Dezenas de outros palestinos ficaram feridos em confrontos ao redor de al-aqsa após a região ter sido cercada por militares israelenses e radicais judeus que ameaçavam invadir a mesquita sagrada para os muçulmanos.

A fundação Al-Aqsa informou em comunicado que as forças de ocupação prenderam o xeque Kamal Khatib que está sendo interrogado dentro da cidade velha de Jerusalém, e feriram fotógrafos e jornalistas na região.

Aproximadamente 40 palestinos foram agredidos durante confrontos com as forças de ocupação em diversas regiões de Jerusalém. Israel impõe um cerco na região da mesquita desde a noite desse sábado, impedindo a entrada de jovens para realizarem as suas orações.

A agência alemã de notícias citou testemunhas garantindo que um grande número de forças policiais israelenses foi espalhado na cidade velha de Jerusalém protegidos por modernos helicópteros militares e atiradores de elite.

Na semana passada a Autoridade Nacional Palestina (ANP) e várias facções da Cisjordânia e da Faixa de Gaza fizeram um alerta para a possibilidade de uma nova intifada por causa dos distúrbios ocorridos na Esplanada das Mesquitas em Jerusalém, quando um grupo de judeus radicais tentou invadir a mesquita Al-Aqsa durante as festividades judaicas do Yom Kippur.

Nesse mesmo local, após uma visita em 2000 do então chefe da oposição israelense e depois primeiro-ministro Ariel Sharon, explodiu a Intifada de Al-Aqsa, que terminou em 2004 após a morte de mais de quatro mil palestinos e mil israelenses.

A primeira intifada foi de 1987 a 1993. O nono aniversário da Segunda Intifada foi lembrado em 28 de setembro.

"Se a comunidade internacional não intervier, todos nos arrependeremos", advertiu al-Habash, que também acusou Israel de fazer "uso excessivo da força para sabotar o processo de paz e evadir de suas obrigações políticas" em Jerusalém, onde vivem mais de 200 mil palestinos.

Com al-jazeera e agências internacionais