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Knesset quer obrigar cristãos e muçulmanos a reconhecer Israel como um “Estado Judeu”

 Imprimir Arabesq | 27/05/2009 A | A
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O Knesset (parlamento) israelense ratificou a primeira leitura de um projeto de lei que prevê prisão de um ano aos cidadãos que recusarem reconhecer Israel como um “Estado judeu e democrático”.

Para ser aprovada, a lei precisa passar por outras duas leituras do congresso, fato possível já que a primeira leitura contou com o apoio de 57 deputados pertencentes a partidos da extrema-direita israelense.

O recurso permitirá às autoridades de segurança israelenses perseguir cristãos e muçulmanos em Israel sob acusação de não-reconhecimento de Israel como um “Estado Judaico”.

Para defensores dos direitos humanos, a lei é extremamente grave e fere todos os conceitos de igualdade e liberdade. Legalizando a segregação étnica e religiosa, criando, legalmente, o conceito de cidadão de segunda classe.

Caso aprovada, a lei será o limiar da transformação israelense de estado racista para fascista segundo o parlamentar árabe-israelense Taleb al-Sane que descreve a lei como um claro sinal da “loucura” da direita israelense que começa a dominar o governo de Israel.

Árabes-Israelenses cristãos e muçulmanos devem se organizar nos próximos dias protestando contra a nova lei, mas, segundo Al-Sane, a missão será difícil já que o projeto ecoa a nova política israelense, que exige dos árabes o reconhecimento de Israel como um “Estado Judeu” para re-iniciar as negociações de paz.

Segundo o parlamentar, tal reconhecimento pode ser um precedente que permitirá ao estado sionista expulsar os não-judeus do país por medidas semelhantes a essa lei.

Descriminando a História

Outros dois projetos de lei israelenses em discussão no Knesset têm provocado muita polemica. O primeiro proíbe os palestinos de lembrar a “Nakba” (A Catástrofe) quando da criação do estado de Israel em 1948; o outro obriga todos os árabes-israelenses a jurarem lealdade ao “Estado Judeu” para a manutenção da sua cidadania.

Com al-Jazeera

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COMENTÁRIOS
 
Saad Mahmmoud 5/29/2009 12:47:55 PM
O reinado sionista chegou ao extremo de sua identidade fascista. Resistência e determinação devem ser as atitudes em relação a essas exigências cretinas, feita por um entidade usurpadora da dignidade, dos direitos humanos e do direito a terra palestina. Que a desmoralizada ONU e tantas outras 'organizações' que se acovardam perante o preconceito e a segregação sionistas sejam substituídas por ações efetivas do mundo árabe islâmico para se por fim a essa tragédia.

Rosemeire Lui 7/21/2009 7:15:29 PM
Deus é um só !!! Israel Amará o teu Deus de todo o Coração!!! Não existe outro Deus como Deus de Jacó... Respeito todas as religiões mas realmente há um só Deus. O Deus de Israel,Todo Poderoso,que criou os céus e a terra e tudo o que há. Racismo está por fora! Se Deus diz; Amarás o próximo como a ti mesmo. Shalon Adonai.

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