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Netanyahu tranqüiliza o Egito quanto à escolha do radial Liberman para chanceler

 Imprimir Arabesq | 23/03/2009 A | A
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O Primeiro-Ministro israelense encarregado, Benjamin Netanyahu, tranqüilizar o Egito quanto a escolha do ultra-direitista radical, Avigdor Lieberman, para Ministro das Relações Exteriores de Israel.

A medida foi uma tentativa de contornar o desconforto político entre as duas nações em outubro de 2008 quando Lieberman afirmou que o presidente do Egito Hosni Mubarak deve “ir para o inferno, se continuar recusando visitar Israel”.

Uma nota emitida pelo escritório de Netanyahu relatou que assistentes de alto escalão israelenses reuniram-se com autoridades egípcias para explicar que a escolha do novo chanceler israelense não será motivo de tensões entre os dois países.

Segundo a nota, o presidente do Conselho de Segurança Nacional do Governo de Netanyahu, Uzi Arad, se encontrou com o Embaixador do Egito em Israel, Yasser Reda, na última quarta-feira para tratar do mesmo assunto.

Esta iniciativa surge no momento em que Israel e Egito preparam as comemorações do trigésimo aniversário do acordo de paz assinado em 26 de março de 1979.

O Embaixador Egípcio Yasser Reda deve participar da cerimônia, a ser realizada em Jerusalém esta semana, para comemorar a data.

Com agências internacionas

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COMENTÁRIOS
 
Marcos Schérr 3/24/2009 9:43:22 PM
É triste e decepcionante sabermos que no mundo árabe ainda existam governantes tipo "Mubarak", que, além de ditador, também é traidor. A melhor prova disso foi dada durante a sanguinária e criminosa invasão israelense à Faixa de Gaza pelo imoral exército de israel, que, às escondidas teve todo o apoio do falso árabe "Hosni Mubarak". Os mais de 1.400 assassinatos praticados pelos criminosos de guerra "Ehud Barak", "Shimon Peres" e "Ehud Olmert", tiveram a conivência do tal "Mubarak", que além do apoio a Israel, manteve fechada a fronteira de Gaza, impedindo que civis fugissem para o Egito para preservarem suas vidas. Concordar com a paz eu concordo, mas essa história de estar comemorando com Israel, depois de tantos assassinatos de inocentes palestinos, tenha dó. Isso é um grande cinismo de um ilustre traidor. Free Palestine. Palestina Livre

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