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Começa a cúpula do G20 com consenso de tratar do protecionismo e dos paraísos fiscais

 Imprimir Arabesq | 02/04/2009 A | A
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A Cúpula do Grupo dos Vinte (G20, os países ricos e os principais emergentes), em Londres, começou hoje visando procurar soluções para reanimar os mercados e estabilizar o sistema financeiro diante da atual crise mundial.

O premiê britânico disse que existe "um alto grau de consenso" entre os chefes de Estado e de Governo sobre a maneira de enfrentar a crise e recuperar a economia mundial.

O ministro de Negócios britânico, Peter Mandelson, previu que a cúpula "responderá aos níveis de expectativa e ambição das pessoas" e enviará uma mensagem clara de unidade, que permita recuperar a confiança na economia, e expressou sua confiança de que o comunicado final da cúpula terá conteúdo, porque "não faz sentido voltar aqui e repetir as declarações que já conhecemos".

Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o G20 deve aprovar na reunião de amanhã, em Londres, a criação de um fundo internacional de US$ 1 trilhão para socorrer a economia mundial.

Desse total, US$ 200 bilhões devem ser empregados em financiamentos para o comércio internacional. De acordo com Mantega, o Japão deve emprestar US$ 100 bilhões para o fundo. A mesma quantia deve ser repassada pela União Europeia. Já a Noruega deve destinar US$ 48 bilhões.

Protecionismo

O Grupo dos Vinte quer também que a Organização Mundial do Comércio (OMC) tenha um maior papel e se transforme em uma espécie de fórum independente internacional que controle eventuais medidas protecionistas por parte dos Governos.

"A OMC tem que ter maior papel para que, se ocorrer algo neste sentido (políticas protecionistas), haja um fórum independente onde seja possível adotar medidas", disse hoje à "BBC" o ministro das Finanças britânico, Alistair Darling, durante a realização da cúpula de chefes de Estado e de Governo em Londres.

Darling reconheceu que a preocupação está especialmente presente nos Governos dos países emergentes e em desenvolvimento, e disse que as medidas protecionistas "são algo que temos que deter, porque, no final, deixarão todos mais pobres".

Sobre a regulação do sistema financeiro, disse que há um amplo consenso de que "o sistema de regulação e de supervisão deve ser mais amplo, incluindo os hedge funds e as agências de classificação de risco", e em que as normas de controle "precisam ser mais estreitas e ter caráter mais intrusivo".

Paraísos Fiscais

Sobre os paraísos fiscais, Darling disse que todos os Governos "estão de acordo, principalmente neste momento de crise, em que é obscenamente injusto que uma minoria de países atue como refúgio, enquanto outros países perdem a receita por impostos de que precisam neste momento". A mensagem faz referencia a mais uma das medidas que deve ser tomadas na reunião do G20 que pretende definir sanções para os paraísos fiscais que não assinarem normas de transparência. Mas há um debate sobre quando será publicada a lista dos infratores segundo o secretário de Estado do Tesouro britânico, Stephen Timms.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, disseram na quarta-feira que a publicação da lista de paraísos fiscais era "uma linha vermelha", ou seja, um dos pontos não negociáveis da cúpula.

Em entrevista coletiva conjunta em Londres, Sarkozy disse que a única coisa que França e Alemanha estão dispostas a discutir é se a lista será publicada de modo imediato ou em poucos dias.

"Espero sanções para os que não aderirem" às novas normas e, "em seu devido tempo, haverá uma lista", disse Timms, em comparecimento à imprensa no centro de conferências Excel, onde acontece a Cúpula do G20.

Com agências Internacionais

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