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O Ministério da Cultura do Egito anunciou a conclusão do projeto de imagens aéreas das áreas arqueológicas no país. A um custo de 173 mil dólares, o projeto, visa utilizar as técnicas mais avançadas de imagem para preservar a história e ajudar em novas descobertas.
O secretário-geral do Conselho Supremo de arqueologia, Zahi Hawass, reforçou a necessidade do projeto que criou imagens tridimensionais das principais áreas arqueológicas do Egito, que ajudarão na descoberta e restauração dos sítios.
Ele acrescentou que o projeto é executado em cooperação com organismos egípcios de pesquisa científica, especializados na fotografia aérea e terrestre com o uso do laser, para desenvolver mapas e modelos tridimensionais e tirar proveito das mesmas nos trabalhos de pesquisa em quatro áreas arqueológicas: ‘Alaksar’ 690km ao sul do Cairo; O Vale dos Reis e Rainhas ao ocidente do rio Nilo; O Platô das pirâmides; Os achados de Saqqara, a cerca de 40km no sudoeste de Cairo.
O programa engloba um projeto de pesquisas que ajudam no planejamento urbano, e estudam o impacto das tempestades de areia e correntes de ar nos sítios arqueológicos, e usar os resultados para proteger os mesmos, dos efeitos ambientais e humanos.
O projeto será implementado na íntegra no período entre seis e 12 meses, e abrangerá uma área de 232 km2.
O Conselho Supremo de Arqueologia afirma ter terminado de mapear as ruínas da cidade de Habu e o Templo de Habu construído pelo rei Ramsés III, um dos mais destacados reis egípcios, governou a região entre 1198 e 1166 a.C.
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