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Presidentes egípcio e tunisiano manifestam apoio à rebelião síria

 Imprimir AFP | 17/07/2012 A | A
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CAIRO, 13 Jul 2012 (AFP) -Os presidentes do Egito e da Tunísia, que chegaram ao poder graças às revoltas populares em seus países, indicaram durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira que apoiam o povo sírio, mas rejeitam uma intervenção militar estrangeira contra Bashar al-Assad.

O islamita egípcio Mohamed Mursi, eleito em junho, e o tunisiano Moncef Marzouki, também ressaltaram o apoio aos palestinos.

"Estamos ao lado do povo sírio, de sua luta e de sua revolução", declarou Mursi.

"Somos contrários a uma intervenção militar estrangeira na Síria", ressaltou.

Marzouki, que havia se reunido com Mursi em suas instalações no Cairo antes da coletiva, disse que uma intervenção militar para acabar com a repressão do regime contra a rebelião "só aumentaria o problema".

Os dois presidentes afirmaram que estão "de acordo sobre o apoio à causa palestina e à reconciliação" entre Fatah, que controla a Cisjordânia, e o Hamas, no poder na Faixa de Gaza e que tem ligações históricas com a Irmandade Muçulmana, à qual pertence Mursi.

O Hamas saudou a vitória de Mursi nas eleições do mês passado sobre o ex-primeiro-ministro de Hosni Mubarak, Ahmed Shafiq, que provavelmente seguiria o exemplo do ditador derrubado em favorecer o Fatah, do presidente palestino Mahmud Abbas.

Contudo, Mursi afirmou estar a uma "distância igual de todas as facções palestinas", enquanto Marzouki indicou estar "feliz em constatar que o novo Egito abrirá suas fronteiras e o coração para nossos irmãos, especialmente em Gaza".

Mursi não informou se seu governo vai reduzir as restrições na fronteira com Gaza, bloqueada parcialmente por Israel e Egito depois que o Hamas expulsou em o Fatah do enclave em 2007 em meio a confrontos armados.

Durante a campanha eleitoral, Mursi manifestou apoio ao direito dos palestinos à resistência e a sua reivindicação para que os refugiados voltem para suas casas de onde foram expulsos na guerra de 1948.

Depois da eleição, porém, passou a adotar um tom mais moderado sobre o conflito entre israelenses e palestinos, afirmando que seu país irá respeitar o tratado de paz firmado com Israel em 1979.

se/cnp/sbh/mr/mv/dm

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